Sohaku Bastos visita o consultório de acupuntura e shiatsuterapia do Iate Clube

Expressão máxima da medicina oriental no Brasil, Sohaku Bastos, doutor em Acupuntura e Medicina Oriental, visitou o Iate Clube Jardim da Guanabara (onde só havia estado na década de 60) e o consultório e ambulatório de Acupuntura, Shiatsuterapia e Medicina Oriental, recém inaugurado no clube, na Avenida da Náutica, ao lado da Ancorage. A convite do diretor desse novo espaço, o iatiano Takubunji Nakamura, Sohaku Bastos firmou um convênio para o atendimento de todas as terapias ali oferecidas.

O currículo de Sohaku Bastos, bacharel em medicina oriental, é muito extenso, sendo quase impraticável descrevê-lo por completo. Resumidamente, ele é Presidente da Academia Brasileira de Arte e Ciência Oriental (ABACO) e do Colégio Brasileiro de Acupuntura (CBA), diretor no Brasil da World Federation of Acupunture-Moxibustion Societies (WFAS), órgão vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS), membri titular da Associação de Acupuntura e Moxabustão de República Popular da China (CAAM) e presidente do Instituto Cultural Brasil Japão.

Ele celebrou, no ano passado, 60 anos de vivência da cultura oriental. Desde 1958, ainda rapaz, já demonstrava um grande envolvimento com essa cultura. Em 1966, viajou para o Japão, onde residiu por oito anos, especializando-se em medicina oriental. Mas ele também estudou na China, Coreia do Sul, Estados Unidos e Sri LAnka – de onde é, inclusive, cônsul-geral honorário no Rio de Janeiro.

A acupuntura é um recurso terapêutico que remonta há quase cinco mil anos. Na Europa, teve início no século XIX e, no Brasil, chegou com a imigração japonesa, a partir de 1908 – explica o professor Sohaku Bastos – que é também budista e praticante de artes marciais, especialmente ji-jitsu (faixa vermelha e branca), caratê (9º dan) e Judô (2º dan).

Segundo Sohaku, acupuntura melhora o sistema imunológico e controla a depressão: “Cinquenta por cento das pessoas que nos procuram sofrem de dores músculo-esqueléticas. E cada vez mais idosos adotam a acupuntura e o shiatsu, principalmente por terem dificuldades de mobilidade.” – Esclareceu.

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